Esse artigo traz uma revisão muito interessante sobre princípios parentais, desenvolvimento infantil, apego, co-regulação e autorregulação.
As autoras organizam muito bem conceitos importantes sobre comportamento infantil, neurodesenvolvimento e parentalidade responsiva, além de fazerem uma tradução da ciência para uma linguagem mais prática e aplicável para famílias e profissionais.
O artigo parte da ideia de que a parentalidade não é apenas algo instintivo, mas também uma construção baseada em vínculo, previsibilidade, segurança emocional e na forma como o cérebro infantil se desenvolve nas relações.
As autoras reforçam que o apego seguro ajuda a reduzir respostas de estresse e favorece o desenvolvimento da regulação emocional. Quando a criança ainda não consegue se autorregular sozinha, ela precisa da co-regulação do adulto para ajudá-la a organizar emoções, comportamentos e experiências.
O artigo também destaca estratégias parentais relacionadas à empatia, previsibilidade, rotina, consistência e desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais.
Além de ser uma boa referência para conteúdos relacionados a comportamento infantil, desenvolvimento emocional, limites, co-regulação e parentalidade responsiva, o artigo também funciona como um ótimo guia conceitual para profissionais que trabalham com infância e famílias.





